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CAMPOS DOS GOYTACAZES - RJ

"Capital do petróleo e do açúcar"

 

A cidade possui uma rede de serviços completa, com diversos bancos, hotéis, restaurantes, faculdades, escolas, clínicas, etc. O município possui 9 hospitais.  Campos possui várias linhas de ônibus que interligam seus diversos bairros e distritos mais longínquos, como Santo Eduardo e Santa Maria. Existem, também, diversas linhas inter-municipais e inter-estaduais, dentre elas para o Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte e Vitória, além de capitais e cidades do Nordeste.

Campos é considerada a segunda cidade do Brasil em arquitetura eclética, tendo a frente o Rio de Janeiro, mas possui a vantagem de possuir um conjunto compacto. Além do eclético outros estilos marcam a arquitetura campista, principalmente o neoclássico e o art-noveau. Também se destaca a arquitetura religiosa, rica em exemplares que vão do barroco ao moderno.
Mas, sem dúvida, os Solares originários do Ciclo Áureo do Açúcar são o que mais determinam a magnitude da arquitetura campista, de importância histórica na cidade e no país.
Sendo uma região marcada pela aristocracia rural durante muito tempo, Campos é rica em seu folclore, do qual destacamos as seguintes manifestações: Jongo e Mana-Chica, danças típicas; Ururau da Lapa, lenda; e no carnaval o Boi Pintadinho, que a cultura transformou em Boi-de-Samba, sendo única esta manifestação do Boi no Brasil.


Principais Eventos Culturais:

 

Projeto Farol- Programação Cultural, Esportiva e de Lazer realizada durante o verão na praia de Farol de São Tomé.


Cavalhada de Santo Amaro- Festa em louvor ao Padroeiro da Baixada Campista.


Exposição Agro-Pecuária- Considerada a maior exposição de todo o estado, com duração de 10 dias.

 Festa do Santíssimo Salvador- É a festa do padroeiro da cidade que consiste de programação sacra e profana, com quermesse, grandes shows populares, concertos de música erudita, festival de dança, atividades esportivas, etc.

  

 

 

Gastronomia:
A cana-de-açúcar determinou significativamente a culinária campista, tornando os doces da cidade afamados em todo o Brasil. Sem dúvida, os doces típicos são a maior virtude turística do município e o grande fator de desenvolvimento econômico da região.

 A terra, propicia ao plantio da cana-de-açúcar, associada à colonização portuguesa, e mais forte, à Colônia Árabe fez com que Campos se especializasse na doceria, onde destacam-se: babas-de-moça, fios-de-ovos, rapaduras, quindins, bom-bocados, melados, goiabadas, e chuvisco, certamente o mais famoso dos doces, que de Campos se espalhou pelo mundo.
A culinária árabe, de tão apreciada, já faz parte do cotidiano das tradições gastronômicas da região.

Atrativos e Virtudes:
"Apesar de avaliado pelo Guia Verde Michelin com a cotação máxima, o município ainda não despertou para a importância do turismo no seu Desenvolvimento Econômico. Dentre o potencial turístico do município podemos destacar:


Cachoeira Tombo D'Água e o Parque do Desengano (ambos na região do Imbé) - predominância da Mata Atlântica.


Lagoa de Cima - lago cercado por outeiros, excelente para a prática de esportes náuticos, possuindo em sua orla a infraestrutura do Yatch Club Lagoa de Cima.


 

 

Pantanal da Costa Doce (Lagoa Feia e seu entorno) - região selvagem, possuidora de riquíssimo Eco-sistema.

 


Maciço do Itaóca - Elevação de onde se vislumbra toda a planície, tendo a seus pés a Lagoa de Cima. Perfeito para a prática de Vôo Livre.


Pedra Lisa - Elevação na região norte do município que se presta a prática de montanhismo e vôo livre.

 
Rio Paraíba do Sul - Corta a cidade de forma sinuosa, sendo sua principal espinha dorsal. Possui um extenso cais em sua margem direita, mais precisamente no centro das cidade, o Cais da Lapa, afeito a receber toda uma infra-estrutura para a prática de esportes náuticos.

 


Rio Imbé - Integrado ao Eco-Sistema do Parque do Desengano presta-se para a prática da canoagem, além da observação da fauna e flora.


Praia do Farol - Possui uma belíssima região de restinga em que predomina manguezais de rara beleza.

 

 

Destaca-se na paisagem campista a riqueza arquitetônica do seu Patrimônio Histórico, sendo Campos a 2ª cidade do Brasil em arquitetura eclética.  Mas outros estilos também compõem o acervo do município, principalmente o Barroco, onde se destacam os solares e as igrejas.

Basílica do Santíssimo Salvador - em estilo neoclássico. 

 

   
Igreja de São Francisco - Possui grande acervo de arte sacra barroca.

 
Mosteiro de São Bento - Secular conjunto arquitetônico que se destaca por sua monumentalidade.


Solar da Baronesa - Pertencente à Academia Brasileira de Letras, está cedido à UENF (Universidade Federal do Norte Fluminense) para nele instalar o Instituto de Ciências Políticas. Trata-se do mais belo monumento da arquitetura barroca campista.

 
Villa Maria - Belíssima construção em estilo Vilinóitaliano, foi originalmente residência da usineira Maria Queirós de Oliveira, a 'Finazinha de Queiroz'. Posteriormente sediou a Prefeitura Municipal e hoje abriga a Casa de Cultura da UENF.

 Fórum Nilo Peçanha - Construído para a comemoração do centenário da Cidade, ocorrido em 1935, o Fórum destaca-se na paisagem pelo seu monumentalismo. Em estilo neoclássico, guarda em suas linhas o estilo do Parthenon Grego e dos templos romanos da ordem coríntia. (Atual Camara Municipal)

 


Asilo da Lapa/Igreja da Lapa - Conjunto arquitetônico erguido em 1748 na curva da Lapa, à margem do Rio Paraíba do Sul, onde, segundo a lenda, reside o Ururau da Lapa.

 

A lenda do Ururau da Lapa - Consta que por volta de 1700, habitou a curva da Lapa, no Rio Paraíba do Sul, bem em frente a Igreja, um Ururau (jacaré de papão amarelo). Era bicho bravio e matreiro que durante muito tempo conseguiu escapar dos trabucos e das redes dos pescadores, espantando canoeiros e prancheiros. Segundo os índios goytacazes, hoje desaparecidos, "era um bicho papão imenso, encoruscado, medindo uns cinco metros, de cabo a rabo". Com o tempo, o jacaré desapareceu, mas ficou-lhe a lenda, que persiste até hoje, de que o animal ainda habita o local, escondido em um velho sino, que iria para a Igreja em frente, afundado no naufrágio do barco que o trazia de Portugal. A lenda informa que o jacaré seria um jovem travestido no bicho, desde que jogado no fundo do rio pelo pai da jovem ricaça que não aceitava o namoro do rapaz com a moça.


Solar dos Ayrizes - Belíssimo exemplar da arquitetura barroca campista, possui toda sua estrutura em peroba e pau-brasil. Segundo a lenda, nele residia a Escrava Isaura.


Solar do Carmo - Erguido no século XIX para sediar a Casa-Grande da Fazenda do Beco, hoje abriga um asilo geriátrico. Em bom estado de conservação, é aberto a comunidade para recepções, casamentos, etc.


Academia Campista de Letras - Em 1939, um grupo de intelectuais campista se reuniu e fundou a Academia Campista de Letras.


Chafariz Belga - Os chafarizes remontam a antiguidade e no século XVI foram a solução urbanística para os grandes espaços livres, como elementos decorativos. 


Usina do Queimado - Foi a primeira Usina de açúcar de Campos.

 

Horto Municipal
Com área de lazer arborizada, o Horto Municipal é o espaço perfeito para curtir a natureza com os amigos ou mesmo com a família e aproveitar os espaços para piqueniques e playground para a criançada.
End.: O Horto fica na Avenida Alberto Lamego, s/nº, Horto
Horário de funcionamento: 8h às 17h30 (diariamente)


Praias e Lagoas:
Farol de São Thomé - 48 km do centro

Açú (divisa com São João da Barra) - 35 km do centro

Barra do Furado (divisa com Quissamã) - 60 km do centro

Lagoa de Cima - distrito de Ibitioca.

Lagoa Feia - Tocós

Informações Gerais
Data da Fundação: 28 de março de 1835

Gentílico: campista
Área: 4148 Km2
Altitude: 14 m
Localização: Região Norte Fluminense/Baixada Litorânea.
População: Aproximadamente 400.000 habitantes.
Clima: Tropical
Distância da capital do estado: 286 Km.
Rodovia de acesso: BR-101
Principais Atividades: Pecuária bovina, agroindústria do açúcar, indústria extrativa de petróleo e gás natural, etc.

Municípios limítrofes: São Francisco de Itabapoana, São João da Barra, Quissamã, Conceição de Macabu, Santa Maria Madalena, São Fidélis, Cardoso Moreira, Italva, Bom Jesus do Itabapoana e Mimoso do Sul (ES)
Distância em km: Rio de Janeiro - 286 km
Niterói - 265 km
Mimoso do Sul (divisa norte, com o Estado do Espírito Santo) - 100 km
Macaé - 111 km

 

 

PARA QUEM GOSTA DE UM POUCO DE HISTÓRIA

E APRECIA IMAGENS DO PASSADO

O Município de Campos dos Goytacazes, situado ao norte do Estado do Rio de Janeiro, foi fundado em 28 de março de 1835, mas sua história pode ser contada desde meados do século XVI, "quando Dom João III doou a Pero Gois da Silveira a capitania de São Tomé, cujo nome posteriormente passou a Paraíba do Sul. Com a chegada dos portugueses a região, começou a luta com grupos indígenas da etnia goitaca, que habitava as aldeias lacustres, porém não se desenvolveu um processo ocupacional. Em 1627, por ordem da Coroa Portuguesa, a Capitania de São Tomé foi dividida em glebas, doadas a sete capitães portugueses, alguns deles donos de engenho na região da Guanabara, efetivando a ocupação. Em 1650 foi implantado o primeiro engenho em solo campista. Visconde d'Asseca funda a vila de São Salvador dos Campos dos Goytacazes em 1677, dominando a região por quase um século. Neste período há grande expansão pecuária. Em 1750 ocorre a queda dos Assecas e a partir daí a expansão da cana-de-açúcar, possível pela divisão dos grandes latifúndios.
A introdução do primeiro engenho a vapor na região, em 1830, trouxe grande transformação no processo de produção de açúcar. "A elevação da vila a condição de cidade somente veio a ocorrer em 28 de março de 1835. O aparecimento da ferrovia, em 1837, com a inauguração do trecho Campos-Goitacazes; e posteriormente em direção ao trecho Norte-Sul, facilitou a circulação, transformando o município em centro ferroviário da região.  Em 1877, são implantados na região os engenhos centrais (usinas), e inicia-se o processo de urbanização. Em 1883, D. Pedro II inaugurou na cidade o primeiro serviço público municipal de iluminação, tornando Campos dos Goytacazes a primeira cidade da América Latina a receber iluminação pública elétrica, através de uma termelétrica a vapor acionadora de três dínamos com potência de 52KW, fornecendo energia para 39 lâmpadas de 2000 velas cada.   Em 1890, o território do município já estava reduzido praticamente as fronteiras atuais, e a partir desta época o comando da vida cultural: da região passa dos solares rurais para o núcleo urbano. No início deste século a cidade consolida-se como núcleo de movimentação econômica e social, a partir daí são desenvolvidas medidas de saneamento na região com ampliação da rede de esgoto e melhorias nos serviços de abastecimento de água.
O desenvolvimento recente, embora ainda ligado a indústria canavieira se direciona em outros rumos, favorecido pelo surgimento de pequenas empresas, da melhoria de suas atividades comerciais e de serviços para o que também contribuiu, sem dúvida, a atividade petrolífera na plataforma continental.

VEJA CAMPOS EM OUTROS TEMPOS

CENTRO DE CAMPOS

RIO PARAIBA E LAGOA DO VIGARIO

AV XV DE NOVEMBRO

AV XV DE NOVEMBRO

AV XV DE NOVEMBRO

RUA SETE DE SETEMBRO

RUA SETE DE SETEMBRO

RUA SETE DE SETEMBRO

BONDE NO CENTRO DE CAMPOS

RUA 21 DE ABRIL

PRAÇA SÃO SALVADOR

PRAÇA SÃO SALVADOR

PRAÇA SÃO SALVADOR

PRAÇA SÃO SALVADOR

PRAÇA SÃO SALVADOR

CONSTRUÇÃO DO FÓRUM NILO PESSANHA

MERCADO MUNICIPAL DE CAMPOS

PONTE BARCELOS MARTINS

RIO PARAÍBA DO SUL - CAIS DA LAPA

RIO PARAÍBA DO SUL - CENTRO

RIO PARAÍBA DO SUL - CENTRO - ENCHENTE

AV PELINCA - PONTE SOBRE O CANAL CAMPOS MACAÉ

CONSTRUÇÃO DA PONTE FERROVIÁRIA

CAIXA D'ÁGUA - AV XV NOVEMBRO - CAJÚ

VILA MARIA

PRAÇA DO LICEU

RUA 13 DE MAIO

BENEFICIÊNCIA PORTUGUÊSA

FACHADA DO CINE TEATRO TRIANON

INTERIOR DO CINE TEATRO TRIANON

PORTÃO DE ENTRADA DO CINE TEATRO TRIANON

AUTOMÓVEL CLUBE FLUMINENSE

LIRA DE APOLO

FAROL DE SÃO THOMÉ

 

FONTE:  http://institutohistoriar.blogspot.com

 

FONTE:  http://museuvirtualcampos-rj.blogspot.com

 

FONTE: Roteiro Turístico Cultural - City Tour, do Departamento Municipal de Turismo da Prefeitura Municipal de Campos dos Goytacazes e da Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima

 

 

 

 

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