


CONHEÇA ALGUNS TIPOS DE TURISMO
Turismo Religioso
O Turismo religioso, diferente de todos os outros seguimentos de mercado do turismo, tem como motivação fundamental a fé. Estando, portanto ligado profundamente ao calendário religioso da localidade receptora do fluxo turístico. Esta tipologia de turismo está fundamentalmente ligada à história da atividade, sendo o seguimento que mais contribuiu em número em períodos que a atividade turística tornava-se inviável por conta da insegurança.
Turismo de Massa
O Turismo
de massa é também chamado turismo de sol e praia. É o mais
convencional, passivo e sazonal tendo a sua criação vinculado à consolidação do
capitalismo o que propicia o surgimento do seu público alvo, a classe média.
É normalmente menos exigente e desprovido de um maior conforto, pois é um
segmento turístico voltado para a classe intermediária da sociedade e tem como
característica principal o seu baixo custo.
A Organização Mundial do Turismo (OMT) constata que o turismo de massa ainda
está na sua "infância", pois, diferentemente do turismo “elitista”, conserva
ainda uma importante demanda latente ou (não-público), dependendo, portanto da
conjuntura econômica e particularmente do aumento do poder aquisitivo da
população gerando uma “Classe média”.
Os países em desenvolvimento têm mostrado o quão grande é o potencial deste
seguimento de mercado do turismo, pois com o surgimento da classe média nestes
países surge também o turismo como atividade. Para que esses
novos consumidores possuidores deste novo status quo e tempo livre, tornasse
viável fazer turismo, o turismo de massa é sem dúvidas a opção imediata.
Um sinal claro deste crescimento nestas novas economias é dada pela China que,
segundo a revista rost, é o país que mais emprega nas atividades ligadas ao
turismo com 62,3 milhões de pessoas trabalhando e tendo segundo dados da OMT um
crescimento da ordem de 8,5% no seu fluxo de entrada de turistas no período de
1995 a 2004 o que o coloca entre os primeiros destinos turísticos do mundo.
Turismo de Incentivo
O Turismo
de Incentivo no Brasil é uma ferramenta empresarial utilizada por instituições
particulares ou organizações públicas, com o objetivo de motivar ou premiar
funcionários ou equipes quando metas de produção ou qualidade são atingidas por
eles.
No Segmento Turístico o turismo de incentivo é utilizado por empresas do setor,
conjuntamente ou de forma isolada. Constitui-se no convite
para que algumas especificas agências de viagem enviem seus melhores agentes,
com a finalidade que estes tenham um conhecimento real do destino ou do produto
especifico. Como conseqüência, temos um agente de viagem com a
capacidade de vender um produto que realmente conhece.
Turismo Cultural
É certo
que o conceito de cultura é extremamente amplo, entretanto quando falamos de
Turismo cultural este obtém uma conotação restritiva. O termo
Turismo Cultural designa uma modalidade de turismo cuja motivação do
deslocamento se dá com o objetivo de encontros artísticos, científicos, de
formação e de informação.
O Turismo Cultural se caracteriza por uma permanência prolongada e um contato
mais “intimo” com a comunidade, ocorrendo viagens menores e suplementares dentro
da mesma localidade com o intuito de aprofundar-se na experiência cultural.
Turismo de Eventos
O Turismo
de eventos, é entendido como o deslocamento de pessoas com interesse em
participar de eventos focados no enriquecimento técnico, cientifico ou
profissional, cultural e incluindo ainda o consumo. Tendo como
principais sub-categorias o Turismo de congresso e o Turismo de convenção.
O turista deste segmento caracteriza-se pela sua efetiva presença como ouvinte,
“participante” ou palestrante em congressos, convenções, assembléias, simpósios,
seminários, reuniões, ciclos, sínodos, concílios, feiras, festivais, encontros
culturais entre outras tipologias de evento.
Esta modalidade de Turismo pode ser sub-categorizada observando a relação da
tipologia de evento e o seu público alvo, entidade organizadora ou finalidade.
Classificação
Congresso
Sub-categoria que tem como público membros de uma entidade de classe,
profissional, setorial de uma mesma área do conhecimento.
Convenção
O público focado neste segmento é exclusivamente interno. Participantes de
um partido, empresa, religião com o objetivo de motivar, treinar, integração de
grupos ou mesmo lazer.
Feira
Tendo caráter comercial focado comumente em um específico segmento de
mercado consumidor.
Festival
Evento artístico cujo expectador é atraído por um estilo artístico podendo
ser musical ou mesmo literário.
Turismo de Estudos
Segundo o
Ministério do Turismo, o Turismo de Estudos e Intercâmbio é um segmento
turístico de abrangência muito ampla, que engloba as mais diversas modalidades
turísticas. Por se tratar de um segmento de origem muito
antiga, está presente em praticamente todos os países do mundo e, como ocorre
independentemente de características geográficas ou climáticas específicas, pode
ser oferecido durante todo o ano.
Seu desenvolvimento se deu de forma paralela ao desenvolvimento industrial da
Europa e posterior à Reforma Protestante, quando uma visão de mundo mais ampla
se tornava essencial para acompanhar a evolução científica da época.
Destarte, era dada aos jovens a possibilidade de sair de seus países para
estudar e conhecer culturas diversas.
Movimentação turística gerada por atividades e programas de aprendizagem e
vivência. Os programas e atividades englobam a realização de
cursos e trocas de experiências com finalidade educacional (formal ou informal).
O movimento turístico gerado pela vivência consiste no deslocamento do turista
motivado pela busca de conhecimento e entendimento sobre os aspectos culturais e
sociais de uma localidade, adquiridos por meio de experiências participativas.
Fins de qualificação e ampliação de conhecimento.
A
qualificação deve ser entendida como o aumento no grau de aptidão ou instrução
do turista em uma atividade já praticada anteriormente. E,
finalmente, por ampliação de conhecimento deve-se entender o desenvolvimento de
uma atividade correlata a um conhecimento adquirido anteriormente.
Conhecimentos são idéias, informações e experiências acerca de alguma atividade
específica, e abrangeriam tanto a área técnica como a área acadêmica.
O conhecimento técnico seria aquele relativo a uma profissão, um ofício, uma
ciência ou uma arte determinada. Abrangeria, por exemplo,
cursos esportivos, de idiomas, intercâmbios de ensino médio, entre outros.
O conhecimento acadêmico seria todo aquele relacionado a alguma atividade
proveniente de uma instituição de ensino superior de ciência ou arte e
abrangeria, entre outras atividades, cursos de graduação ou de pós-graduação,
assim como o intercâmbio universitário.
Desenvolvimento pessoal e profissional
O
desenvolvimento pessoal é o ganho qualitativo e quantitativo de conhecimentos
cuja motivação seja meramente particular. O desenvolvimento
profissional é todo o ganho qualitativo e quantitativo de conhecimentos que,
posteriormente, serão utilizados no exercício de uma profissão ou ofício.
Desta forma pode-se constituir modalidades do Turismo de Estudos e Intercâmbio:
os intercâmbios estudantil, esportivo e universitário; os acordos de cooperação
entre países, entre estados e municípios na área educacional e entre
instituições pedagógicas; os cursos de idiomas, cursos técnicos e
profissionalizantes e cursos de artes; e as visitas técnicas, pesquisas
científicas e os estágios profissionalizantes, além dos trabalhos voluntários
com caráter pedagógico. É válido ressaltar que só são consideradas
modalidades turísticas aquelas cujo tempo de permanência do estudante não
ultrapasse o período de um ano.
Nesse sentido, o Turismo de Estudos e Intercâmbio deve ser tratado como um
segmento de relevante importância para o crescimento e fortalecimento do turismo
brasileiro. Além de estar em franco crescimento e de se
mostrar um mercado bastante promissor, esse segmento pode ser trabalhado como
uma solução para os períodos de baixo fluxo turístico. Além
disso, os programas de estudos e intercâmbio podem ser usados como atrativo para
os lugares que ainda não possuem roteiros turísticos consolidados.
Agroturismo
O
Agroturismo é uma modalidade de turismo praticada no meio rural, por
agricultores familiares dispostos a compartilhar seu modo de vida com os
habitantes do meio urbano. Os agricultores, mantendo suas
atividades agropecuárias, oferecem serviços de qualidade, valorizando e
respeitando o meio ambiente e a cultural local. Na maioria dos
casos, o Agroturismo é associado à atividades de Agroecologia, Ecoturismo ou
Educação ambiental.
O agroturismo ajuda a estabilizar a economia local, criando empregos nas
atividades indiretamente ligadas à atividade agrícola e ao próprio turismo, como
comércio de mercadorias, serviços auxiliares, construção civil, entre outras,
além de abrir oportunidades de negócios diretos, como hospedagem, lazer e
recreação. Com relação aos benefícios ambientais, pode-se
mencionar o estímulo à conservação ambiental e à multiplicação de espécies de
plantas e animais, entre outros, pelo aumento da demanda turística.
Economicamente, pode-se mencionar como exemplo de vantagens associadas ao
agroturismo, a possibilidade de agregar valor aos produtos agrícolas do
estabelecimento e a instalação de indústrias artesanais, por exemplo para a
produção de alimentos regionais típicos. Além disso, desperta
a atenção para o manejo, conservação e recuperação de áreas degradadas e da
vegetação florestal e natural.
Turismo Rural
O Turismo rural é uma modalidade do turismo que tem por objetivo apresentar como atração as plantações e culturas em áreas onde as mesmas, porventura, sirvam de referência internacional no chamado agronegócio.
Turismo rural no Brasil
Segundo o
documento do Ministério do Turismo "Diretrizes para o Desenvolvimento do Turismo
Rural", a conceituação de Turismo Rural fundamenta-se em aspectos que se referem
ao turismo, ao território, à base econômica, aos recursos naturais e culturais e
à sociedade. Com base nesses aspectos, e nas contribuições dos
parceiros de todo o País, define-se Turismo Rural como: “o conjunto
de atividades turísticas desenvolvidas no meio rural, comprometido com a
produção agropecuária, agregando valor a produtos e serviços, resgatando e
promovendo o patrimônio cultural e natural da comunidade”.
Atividades turísticas no meio rural
(não é so no Brasil)
As atividades turísticas no meio rural constituem-se da oferta de serviços,
equipamentos e produtos de:
- hospedagem
- alimentação
- recepção à visitação em propriedades rurais
- recreação, entretenimento e atividades pedagógicas vinculadas ao contexto
rural
- outras atividades complementares às acima listadas, desde que praticadas no
meio rural, que existam em função do turismo ou que se constituam no motivo da
visitação.
A concepção de meio rural adotada nas Diretrizes brasileiras, baseia-se na noção
de território, com ênfase no critério da destinação e na valorização da
ruralidade. Assim, considera-se território um espaço físico,
geograficamente definido, geralmente contínuo, compreendendo cidades e campos,
caracterizado por critérios multidimensionais, como ambiente, economia,
sociedade, cultura, política e instituições, e uma população com grupos sociais
relativamente distintos, que se relacionam interna e externamente por meio de
processos específicos, onde se pode distinguir um ou mais elementos que indicam
identidade e coesão social, cultural e territorial. Nos territórios
rurais, tais elementos manifestam-se, predominantemente, pela destinação da
terra, notadamente focada nas práticas agrícolas, e na noção de ruralidade, ou
seja, no valor que sociedade contemporânea concebe ao rural, e que contempla as
características mais gerais do meio rural: a produção territorializada de
qualidade, a paisagem, a biodiversidade, a cultura e certo modo de vida,
identificadas pela atividade agrícola, a lógica familiar, a cultura comunitária,
a identificação com os ciclos da natureza.
O Comprometimento com a produção agropecuária identifica-se com a ruralidade: um
vínculo com as coisas da terra. Desta forma, mesmo que as
práticas eminentemente agrícolas não estejam presentes em escala comercial, o
comprometimento com a produção agropecuária pode ser representado pelas práticas
sociais e de trabalho, pelo ambiente, pelos costumes e tradições, pelos aspectos
arquitetônicos, pelo artesanato, pelo modo de vida considerados típicos de cada
população rural.
A prestação de serviços relacionados à hospitalidade em ambiente rural faz com
que as características rurais passem a ser entendidas de outra forma que não
apenas focadas na produção primária de alimentos. Assim,
práticas comuns à vida campesina, como manejo de criações, manifestações
culturais e a própria paisagem passam a ser consideradas importantes componentes
do produto turístico rural e, conseqüentemente, valorizadas por isso.
A agregação de valor também faz-se presente pela possibilidade de verticalização
da produção em pequena escala, ou seja, beneficiamento de produtos in natura,
transformando-os para que possam ser oferecidos ao turista, sob a forma de
conservas, produtos lácteos, refeições e outros.
O Turismo Rural, além do comprometimento com as atividades agropecuárias,
caracteriza-se pela valorização do patrimônio cultural e natural como elementos
da oferta turística no meio rural. Assim, os empreendedores,
na definição de seus produtos de Turismo Rural, devem contemplar com a maior
autenticidade possível os fatores culturais, por meio do resgate das
manifestações e práticas regionais (como o folclore, os trabalhos manuais, os
“causos”, a gastronomia), e primar pela conservação do ambiente natural.
Turismo Náutico
Apesar de
possuir um litoral de 7.367 quilômetros de extensão, 35.000 quilômetros de vias
internas navegáveis, 9.260 quilômetros de margens de reservatórios de água doce,
como hidroelétricas, lagos e lagoas, além do clima ameno, o Brasil ainda não
aproveita seu grande potencial para o Turismo Náutico.
Isso se dá, em parte, pela proibição, até 1995, da navegação de cabotagem no
país para navios de bandeira estrangeira. Tal restrição inibia a
inclusão do Brasil nas rotas de viagem dos armadores estrangeiros.
Somente a partir de agosto de 1995 com a publicação da Emenda Constitucional
n°7/95 sob intensa atuação da EMBRATUR – Instituto Brasileiro de Turismo, foi
liberada a navegação de cabotagem no litoral brasileiro para embarcações de
turismo. Os portos começaram a dedicar áreas especiais para
terminais de passageiros e o segmento passou a ser objeto das políticas de
turismo e outras correlatas.
Desde essa época, os esforços têm sido ininterruptos. A partir das
articulações e ações da EMBRATUR iniciaram-se discussões sobre as questões
conceituais, de estruturação, de legislação, de fomento e promoção pelo Grupo
Técnico Temático de Turismo Náutico da Câmara Temática de Segmentação, no âmbito
do Conselho Nacional de Turismo.
A depender do local onde ocorre, o Turismo Náutico pode ser caracterizado como:
• Turismo
Fluvial
• Turismo em Represas
• Turismo Lacustre
• Turismo Marítimo
Pode,
ainda, envolver atividades como cruzeiros (de longo curso e de cabotagem) e
passeios, excursões e viagens via quaisquer tipos de embarcações náuticas com
finalidades turísticas. Assim,
Segundo o Ministério do Turismo, o Turismo Náutico caracteriza-se pela
utilização de embarcações náuticas como finalidade da movimentação turística
Tipos de Embarcações:
balsa
- bote - escuna - flutuante - hovercraft - jangada - lancha saveiro -
traineira - veleira - iate moto aquática e similares - barcaça -
chata - etc...
Turismo Ecológico
O
ecoturismo é uma forma de turismo voltada para a apreciação de ecossistemas em
seu estado natural, com sua vida selvagem e sua população nativa intactos.
Embora o trânsito de pessoas e veículos seja agressivo ao estado natural desses
ecossistemas, os defensores de sua prática argumentam que, complementarmente, o
ecoturismo contribui para a preservação dos mesmos e para o desenvolvimento
sustentado das populações locais, melhorando a qualidade de vida das mesmas.
Alguns destinos de visitação, com perfil de ecoturismo no Brasil
Região
Sul
Banhado do Taim, RS
Parque Nacional do Superagüi, PR
Itaimbezinho, RS
Bombinhas, SC
Região Sudeste
Socorro, SP
Brotas, SP
Cunha, SP
Itatiaia, RJ
Delfinópolis, MG
Ibitipoca, MG
Serra do Cipó, MG
Paranapiacaba, SP
Serra da Canastra, MG
Angra dos Reis, Ilha Grande, RJ
Parque Nacional do Caparaó, MG/ES
Região Centro-Oeste
Bonito, MS
Chapada dos Veadeiros, GO
Chapada dos Guimarães, MT
Cáceres, MT
Região Nordeste
Jacobina, BA
Lençois Maranhenses, MA
Chapada da Diamantina, BA
Parque Nacional de Sete Cidades, PI
Parque Nacional de Fernando de Noronha, PE
Região Norte
Ilha do Marajó, PA
Presidente Figueiredo, AM
Pico da Neblina, RO
Atividades consideradas ecoturismo
Esta é
uma lista de atividades consideradas dentro do ecoturismo. Têm
em comum o fato de serem praticadas em meio ao ambiente natural; no entanto,
algumas têm suficiente impacto ambiental para não serem consideradas boas
práticas pelos ecologistas, por exemplo, o canyoning em trechos de rio usados
para nidificação de aves de rapina.
Tirolesa
A chamada tirolesa é a
prática da travessia de montanhas, vales ou canyons, por meio de cordas,
utilizando uma roldana e equipamentos apropriados. Essa modalidade de esporte
radical é muito difundida no mundo inteiro, principalmente na Nova Zelândia,
onde foi inventada.
Cavalgada
Percorrer a cavalo
percursos em meio à natureza. É uma atividade especialmente indicada para
terrenos muito acidentados ou em terrenos onde o tráfego de veículos não seja
possível ou permitido, especialmente se necessário transportar equipamentos para
outras atividades.
Passeios a pé em
veredas e "levadas"
A ilha da Madeira, a
meio ao oceano Atlântico, é um local muito procurado para passeios a pé ao longo
de veredas e também em levadas.
Snorkeling e flutuação
Com roupas de neoprene,
máscara e snorkel e pé de pato no Aquário de Bonito, onde não é permitido o
mergulho.
Bóia-cross
O Bóia-cross, é a
prática de descer corredeiras classe II (leves) em grandes bóias redondas.
A atividade inclui brincadeiras no rio e é acompanhada por canoístas
profissionais que garantem a segurança dos participantes.
Observação de aves
Cicloturismo
Paragliding
Asa-delta
Balonismo
Canyoning
Rafting
O rafting é uma
atividade praticada em botes com capacidade de 5 a 7 pessoas no máximo, sempre
conduzido por um guia profissional e canoístas para garantir a total segurança
dos praticantes.
Turismo geológico
Turismo geológico é o turismo que tem por fim visitar locais de elevado valor geológico, como vulcões e geoparques.
Os Dez Mandamentos do ecoturista
Amarás a
Natureza sobre todas as coisas.
Honrarás e preservarás o bom humor.
Estarás sempre pronto a colaborar.
Serás capaz de te adaptares aos imprevistos.
Utilizarás os serviços dos guias credenciados.
Não reclamarás.
Não invocarás o nome do guia em vão, para perguntar se falta muito para chegar.
Não matarás mosquitos, formigas e carrapatos.
Não considerarás chuvas, atoleiros ou pontes quebradas como imprevistos.
Não poluirás o meio-ambiente.
Os Três Mandamentos do Ecoturismo
Da
natureza nada se tira a não ser fotos.
Nada se deixa a não ser pegadas.
Nada se leva a não ser recordações.
Turismo de Aventura
O Turismo
de Aventura é um segmento de mercado do setor turístico que compreende o
movimento de turistas cujo atrativo principal é a prática de atividades de
aventura de caráter recreativo. Podendo ocorrer em qualquer espaço: natural,
construído, rural, urbano, estabelecido como área protegida ou não.
Atividades relacionadas: Rafting, rapel, mountain bike, mergulho autônomo,
mergulho de apnéia, trekking, arborismo, exploração de Cavernas entre outras
atividades.
Primeiramente entendido como uma atividade ou subproduto do Ecoturismo, o
segmento de Turismo de Aventura, atualmente, possui características e
consistência mercadológica próprias e, conseqüentemente, seu crescimento vem
adquirindo um novo enfoque de ofertas e possibilidades. Como
decorrência do desenvolvimento observado na última década, vários
empreendimentos foram constituídos no País, oferecendo produtos e serviços
especializados aos turistas, impulsionado pelas transformações no comportamento
do consumidor na direção de estilos de vida mais saudáveis e também por uma
sensibilidade aos assuntos ligados à preservação da cultura e da natureza, que
se refletem na escolha das atividades de lazer e, assim, na definição dos
destinos turísticos.
Assim, as atividades de aventura pressupõem determinado esforço e riscos até
certo ponto controláveis, e que podem variar de intensidade conforme a exigência
de cada atividade e a capacidade física e psicológica do praticante.
Isso requer que o Turismo de Aventura seja tratado de modo particular,
especialmente quanto aos aspectos relacionados à segurança. Devem ser
trabalhadas, portanto, diretrizes, estratégias, normas, regulamentos, processos
de certificação e outros instrumentos e marcos específicos.
O segmento de Turismo de Aventura deve contemplar, em sua prática,
comportamentos e atitudes que possam evitar e minimizar possíveis impactos
negativos ao ambiente, ressaltando o respeito e a valorização das comunidades
receptoras. Entende-se por ambiente - natural e construído - o
conjunto de inter-relações sociais, econômicas, culturais e com a natureza de
determinado território.
FONTE : PESQUISAS NA
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